Os governantes, a alta classe, latifundiários, grandes empreendedores não precisam que todas as pessoas pensem, opinem, critiquem ou discutam, pois estas mesmas pessoas são as que sustentam tais personagens.Não existe topo de pirâmide, sem uma base sólida e estruturada.
Se algum dia pelo acaso de destino a população "dominada" acordasse perguntando o porquê daquela situação de pobreza, o porquê de um mundo tão desigual, o porquê de tanta injustiça e disparidades, com certeza o mundo iria mudar.
E estes questionamentos surgiriam de onde? Em que momento eles poderiam acontecer?
A escola como Instituição está longe de ser o exemplo chave para isto.E se não ela quem poderia tomar esta posição? De fato o problema é complexo, pois a corrupção e os interesses majoritários, infelizmente tomaram quase por completo nosso imenso? Pequeno mundo!.
Imenso porque ele chega a ser infinito, pois é o único que possui habitantes que pensam?; reagem?; conhecem?; sim! CONHECEM, pois o conhecimento não se restrige a um lugar ou método, ele se confude com o viver do homem, e pequeno porque as oportunidades de compartilhar estes conhecimentos são para alguns ...a minoria...deixe-me ver ....para os ricos! Aqueles que se distanciam da maioria.
A educação ainda é a chave para a "transformação", não estou falando de escolas, é preciso separar tais conceitos, até porque muitas vezes eles não se encaixam, mas sim de uma dialética da vivência, do saber individual e coletivo, da cultura popular, da letura do mundo tão falada pelo mestre Paulo Freire.
Talvez seja difícil esta conquista, isto me faz lembrar um certo homem galileu, o nome dele é Jesus, não irei entrar em "dogmas religiosos", até porque ele repugnava tais práticas, mas cito um homem que praticou o que comentei no parágrafo acima, Ele "transformou vidas", sem levá-las a escola!, sem impor práticas decorativas, Ele soube trazer à tona o que estas pessoas tinham de melhor, amando-as, acreditando nelas, confiando!.
Ah! Você pode pensar, mas isso aconteceu a tanto tempo!, porém o mundo apenas posso dizer, "se aperfeiçoou", mas as pessoas continuam tendo os mesmos medos, as mesmas angústias, elas precisam de estímulos, precisam ser amadas, ricos ou pobres, ninguém foge disso.
Então educar é "trazer para fora o que todo ser humano tem dentro de si", é não olhar a quem ; é PRINCÍPIO com a humanidade, é poder transformar uma vida, mudar um lugar...ah! não tem limites, se Jesus usou este princípio em seu ministério tão glorioso, nós meros seres humanos, não podemos nos achar demais para não praticá-lo ou não exercê-lo.
Só sei de uma coisa, se algum dia toda a humanidade acordasse questionando, isso seria uma bomba no Planeta Terra, haveria uma revolução social, humana, política...haveria igualdade!
Dialogando o Mundo
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
A verdade que não queremos ver.
Já dizia um sábio ditado "o pior cego é aquele que não quer ver", diante de tantas injustiças e desigualdades, fingimos acreditar que tudo vai bem em nossso querido país. A verdade é que milhões de crianças passam fome e estão na rua sem oportunidades, vivendo uma vida de miséria, enquanto isso o MEC se preocupa em aprovar a desaprovação nas primeiras séries iniciais, o que implica dizer que muitas crianças nem nessas séries conseguem chegar, por falta de tantas coisas, porém o mais grave de tudo, por falta de dignidade, o que deveria ser o mínimo de direito toda e qualquer pessoa.
São tantos paleativos "BOLSA FAMÍLIA, BOLSA ESCOLA, VALE GÁS etc..etc..etc..", sei que tudo isso ajuda e muito , mas o que me preocupa é o conformismo que estes benefícios trazem de conseguir alienar o povo a acharem que vai tudo bem.......Tudo bem nada!, o asssistencialismo se tornou sinônimo de comodismo, enquanto o povo perece por falta de "conhecimento";conhecimento este que muitos não querem que o povo tenha, afinal de contas " É melhor não investir para sempre roubar".
São tantos paleativos "BOLSA FAMÍLIA, BOLSA ESCOLA, VALE GÁS etc..etc..etc..", sei que tudo isso ajuda e muito , mas o que me preocupa é o conformismo que estes benefícios trazem de conseguir alienar o povo a acharem que vai tudo bem.......Tudo bem nada!, o asssistencialismo se tornou sinônimo de comodismo, enquanto o povo perece por falta de "conhecimento";conhecimento este que muitos não querem que o povo tenha, afinal de contas " É melhor não investir para sempre roubar".
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A ESCOLA DA LIBERDADE! SERÁ QUE ELA EXISTE?
Bom, já dizia Paulo Freire."Ensinar é querer bem", esta simples frase já pode responder a pergunta citada acima, o que falta na educação é o interesse pela busca de objetivos, mas objetivos que visem o conjunto e não uma parte dele. É interessante ouvir de tantos profissionais que não era seu sonho ser professor , mas era o que dava pra fazer, esquecendo-se que antes de tudo a dignidade do ser deve estar presente no homem, dignidade esta , ou sua falta, que distancia a concretização de uma escola que possa ter o mesmo significado de levar ou formar pessoas para além de suas portas trancafiadas ao projeto do sonho, da simplicidade , do caráter, da essência de ser humano.
Não dá para falar em escolas que promovam uma liberdade, que está longe de ser "libertinagem", se as pessoas que compactuam deste ambiente, que trabalham e se relacionam nele, sejam frustradas ou presas as amarras de um mundo globalizado, excludente e mecânico, cito esta expressão "mecânico", porque muitas vezes o ser humano é tratado assim, como máquinas, e isso inclui nossos alunos dentro de nossas "perfeitas escolas",e me pergunto onde fica a liberdade tão falada, discursada, por mim mesma ,mas não exercida com ética e coerência ,sou sincera em me incluir nesta, posso dizer "autocrítica", pelo fato de entender que o verdadeiro educador não é o dono do saber, de uma verdade massacrante e distante da realidade que será vivida , queiram as escolas ou não,pelos alunos. A mesquinhez, desonestidade, usurpação, tomam o lugar dos desejos reais de educar que um professor deveria pelo menos sentir!
A angústia que sinto e a vontade que tenho de viver numa prática educativa sincera, verdadeira, sem máscaras me faz persistir e acreditar que chegará o dia que as poucas escolas, e os poucos educadores corajosos e firmes , convictos de sua missão, serão fortes o bastantes , quer dizer mais fortes para dizer um BASTA a mediocridade e conseguir entender que nesta vida de formação é preciso compreender muitas vezes que " Só sei que nada sei."
Não dá para falar em escolas que promovam uma liberdade, que está longe de ser "libertinagem", se as pessoas que compactuam deste ambiente, que trabalham e se relacionam nele, sejam frustradas ou presas as amarras de um mundo globalizado, excludente e mecânico, cito esta expressão "mecânico", porque muitas vezes o ser humano é tratado assim, como máquinas, e isso inclui nossos alunos dentro de nossas "perfeitas escolas",e me pergunto onde fica a liberdade tão falada, discursada, por mim mesma ,mas não exercida com ética e coerência ,sou sincera em me incluir nesta, posso dizer "autocrítica", pelo fato de entender que o verdadeiro educador não é o dono do saber, de uma verdade massacrante e distante da realidade que será vivida , queiram as escolas ou não,pelos alunos. A mesquinhez, desonestidade, usurpação, tomam o lugar dos desejos reais de educar que um professor deveria pelo menos sentir!
A angústia que sinto e a vontade que tenho de viver numa prática educativa sincera, verdadeira, sem máscaras me faz persistir e acreditar que chegará o dia que as poucas escolas, e os poucos educadores corajosos e firmes , convictos de sua missão, serão fortes o bastantes , quer dizer mais fortes para dizer um BASTA a mediocridade e conseguir entender que nesta vida de formação é preciso compreender muitas vezes que " Só sei que nada sei."
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